Estava eu, lendo os blogs de amigos e senti uma vontade grande (e um pouco de inveja deles) e resolvi visitar o meu esquecido blog.
Nunca tive disciplina para escrever diários e muito menos terei para escrever este blog, mas eis que hoje despertou-me a vontade e, já que estava por aqui, porque não?
Li meu primeiro post e percebi que, das minha promessas, não cumpri nenhuma delas. Eu ainda não consegui moldar a minha vida do jeito que eu queria, até porque, como comentou meu amigo no seu blog Caosid em seu post sobre liberdade, não é tão simples assim “seguir a vida do nosso jeito”. Lidamos com nossas escolhas mas também com as consequências destas escolhas; lidamos com as escolhas dos outros; lidamos com limites de tempo, espaço, humor… nem sempre a coisa funciona.. hehehe
Posso dizer que eu ainda estou experimentando muita coisa (que eu já devia ter experimentado antes) como escolher aquilo que quero, e não o que me dizem para escolher. Não falo só do que nossos pais nos dizem para fazer, mas conselhos de amigos, professores, colegas, irmãos, namorado… enfim.
Tenho pensado muito na vida, no certo e errado, na verdade e na mentira, e me supreendo quando penso que, no fim, Einstein é que estava certo: tudo é extremamente relativo. Tudo bem que tive que levar um tapa na orelha da vida (e doeu pra caraí) pra perceber isso, mas aquela máxima de “o que é bom pra mim, pode não ser pra você” iluminou a minha mente. Muitos (tá.. nem tão muitos assim) que lerem isso podem pensar: “Putz.. só agora essa guria se tocou?” mas a verdade é que o tempo todo tem alguém te dizendo como as coisas devem ser, como você deve agir, o que vestir, o que falar, se você deve beber, fumar, comer, fazer sexo, trair, ser fiel… o tempo todo pessoas querendo moldar você para aquilo que ELAS acreditam que seja conveniente.
Vários defendem que “você deve dizer aquilo que pensa, sem medo” mas quando chega o momento de falar que a gente fala, sempre vem a reação de “você não deve pensar assim, ou será idiota”. Molde.
Eu não sei quem eu serei, quem eu sou, quais serão minhas verdades, mas de uma coisa eu sei: eu quero escrever minha própria história. Portanto, MÃOS A OBRA!!